Saiba mais sobre
A PERFURAÇÃO DE POÇOS

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A

TIPOS DE POÇOS

Existem duas categorias principais de poços artesianos: o poço simples e o poço tubular profundo.

 

O poço simples é chamado também de poço comum, poço caipira, poço raso, cisterna, cacimba ou amazonas. Ele é perfurado manualmente até o início do lençol freático, ou seja, até a primeira reserva de água próxima à superfície.

Sua profundidade é, geralmente, de no máximo 20 metros. Por conta disso, essa água dificilmente é própria para consumo humano. além de ser mais fácil de se contaminar, o poço pode secar em períodos com pouca chuva.

O poço tubular profundo é considerado uma obra de engenharia e precisa ser construído por profissionais experientes e com registro no CREA, como é o caso da equipe da Perfurarte. Pode ter profundidades variadas, de 20 até 2.000 metros. Sua água é geralmente de boa qualidade e livre de contaminantes.

 

Existem dois subtipos de poços tubulares profundos: o poço semi artesiano e o poço artesiano. O poço artesiano é assim chamado quando a água jorra naturalmente do solo, sem necessidade de um conjunto de bombeamento. Isso acontece raramente, em locais onde as condições geológicas fazem com que a pressão do solo leve a água até a superfície. A maioria dos poços, no entanto, é semi artesiano, ou seja, precisa de conjunto de bombeamento para trazer a água até a superfície.

Poços tubulares de mais de 100 metros, que captam água de fendas rochosas profundas ou aquíferos, no entanto, também são frequentemente chamados de poços artesianos.

Quanto às formações geológicas, os poços tubulares profundos podem ser de formação rochosa cristalina, de formação sedimentar ou mistos. Você pode ler mais detalhes sobre os tipos de poços neste artigo.

 
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B

COMO FUNCIONA A PERFURAÇÃO DE  UM POÇO ARTESIANO

A perfuração de poços artesianos é uma atividade especializada que exige profissionais habilitados, registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e maquinário adequado. Logo, precisa ser exercida por empresas que utilizam material de qualidade, equipamento de alta tecnologia e empregam técnicos e sondadores experientes.

O primeiro passo é realizar um estudo de viabilidade para mapear o terreno e dimensionar o projeto, além de solicitar uma licença ambiental. Uma vez que a construção de poços artesianos é considerada uma intervenção ambiental, é preciso ter uma autorização governamental antes do início da obra.

 

Ao perfurar o solo, dois tipos principais de rochas podem ser encontrados, dependendo das características hidrogeológicas da região: rochas cristalinas, também chamadas de magmáticas, como granito, basalto e diorito; e rochas sedimentares, formadas pelo acúmulo de sedimentos, como arenito, argila e calcário.

 

O estudo de viabilidade é importante porque leva em consideração o tipo de rocha para fazer um projeto de perfuração adequado, inclusive do método de perfuração a ser utilizado. Existem três métodos principais:

  • Percussivo: esse método usa dois mecanismos para fazer a perfuração. Enquanto um peso é erguido e derrubado para fragmentar a rocha, as paredes são desenhadas por uma espécie de tubo giratório. Era muito utilizado antigamente.

  • Rotopneumático: esse método também utiliza dois mecanismos. Enquanto um martelo pneumático impacta e fragmenta a rocha, uma broca gira e tritura essa rocha fragmentada para criar o furo. É a tecnologia mais utilizada hoje em dia.

  • Rotativo: esse método é mais comum em rochas sedimentares. Utiliza um mecanismo rotativo que corta e tritura as rochas, levando-as para a superfície através de um fluido especial.

 

O tempo necessário para o desenvolvimento do poço artesiano varia de acordo com as condições geológicas e climáticas. No início da obra, uma estimativa será informada.

Uma vez encontrada a água, o poço pode precisar de complementos, como a instalação de um conjunto de bombeamento, tubulação, revestimento e filtros. Esta etapa, embora seja posterior à perfuração em si, faz parte da construção de poços artesianos. Nossa equipe faz o processo todo, do licenciamento à instalação da bomba, entregando o poço dentro das normas técnicas, legalizado e funcionando.

 
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POÇO DE MONITORAMENTO

Os poços de monitoramento não têm como finalidade o abastecimento de água. Eles são na verdade usados para obter amostras de águas subterrâneas. As amostras passam por uma análise química e físico-química para determinar as qualidades hidrogeológicas e os índices de contaminação.


O poço de monitoramento é normalmente construído em lugares próximos a depósitos de resíduos e poluentes para que haja uma monitoração contínua, como aterros sanitários, lixões e indústrias.


Eles são sempre construídos em pares, no ponto mais alto e no ponto mais baixo do terreno - com os dois poços assim dispostos, é possível fazer uma análise das camadas geológicas do solo e monitorar as propriedades da água. 

 
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WAAS (WATER AS A SERVICE)

A modalidade WAAS vem do termo em inglês "Water as a Service" (ou "Água como um Serviço"). Neste modelo, a empresa fica responsável por todo o investimento de projeção, construção, legalização e manutenção do poço durante o tempo estipulado em contrato.

 

Assim como as modalidades BOT, o sistema de abastecimento implantado é transferido e torna-se propriedade do cliente ao final do contrato.

O maior benefício deste tipo de serviço, além de uma qualidade muito superior de água, é que a empresa assume todos os riscos da perfuração e operação do sistema, restando ao cliente arcar com um valor mensal normalmente muito inferior ao gasto atual que possui com água através do abastecimento convencional por concessionárias.

A modalidade WAAS é ideal para empresas e indústrias com alto consumo de água. Algumas das vantagens para o cliente são:

  • Sem riscos ou investimentos;

  • Redução imediata do custo com água;

  • Sem custos com manutenção, garantida por todo o tempo do contrato;

  • Autonomia no abastecimento;

  • Alta qualidade da água;

  • Zero burocracia;

  • Transferência de todo o sistema de abastecimento de água para o contratante, sem custo, ao final do contrato.

 
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